19 de junho de 2018

Dica de filme: Meu Pé de Laranja Lima

Hoje, 19 de junho, é celebrado do Dia do Cinema Brasileiro. Pensamos, então, em dar uma dica de filme legal para assistir em família. Conversando entre nós, a escolha foi unânime: Meu Pé de Laranja Lima. Embora não seja novo (é de 2012) e a história já seja conhecida por muita gente – afinal, “Meu […]

Hoje, 19 de junho, é celebrado do Dia do Cinema Brasileiro. Pensamos, então, em dar uma dica de filme legal para assistir em família. Conversando entre nós, a escolha foi unânime: Meu Pé de Laranja Lima.

Embora não seja novo (é de 2012) e a história já seja conhecida por muita gente – afinal, “Meu Pé de Laranja Lima” é um livro clássico na literatura brasileira –, assistir ao filme é um ótimo programa em família, porque gera interesse tanto nas crianças como nos adultos.

Trata-se de uma história triste, mas contada de forma poética… Aborda os problemas familiares, a solidão, a falta de atenção com os filhos, a questão da morte dentro do imaginário infantil etc. Mas não deixa de lado a criatividade e a sinceridade (pontos tão presentes numa criança), o que dá um toque extra de leveza ao filme.

O filme brasileiro, dirigido por Marcos Bernstein, foi desde sempre muito elogiado, exatamente por conseguir ser fiel à história do livro e por trazer uma ingenuidade cativante, a emoção necessária e ótimas interpretações (especialmente a de João Guilherme Ávila, que interpreta Zezé).

Para quem ainda não assistiu, indicamos de olhos fechados, especialmente para quem ainda tem aquele certo “preconceito” em relação a filmes brasileiros. Além da ótima produção, é um filme daqueles que “toca a alma da gente”.

O filme

Zezé (João Guilherme Ávila) tem quase oito anos e vive com sua família pobre no interior. Ele é sensível, precoce e um contador de histórias: ele é um problema! Seu esporte favorito é transformar sua casa e a vizinhança em cenário para suas traquinagens. E elas não são poucas. Seu refúgio preferido é um pé de laranja-lima. É com ele que desabafa as coisas ruins que lhe acontecem, divide sua solidão ou comemora uma boa novidade, como a amizade com Manoel Valadares (José de Abreu), o “portuga”. Amizade que fará com que Zezé dê a Manoel um mundo de fantasias e criatividade que ele nunca imaginou possível.

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