25 de julho de 2018
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Dia Nacional do Escritor: 3 livros que marcaram a trajetória de Carmelina de Toledo Piza

  Hoje, 25 de julho, é comemorado o Dia Nacional do Escritor. Difícil falar sobre esta arte, que é muito mais do que uma profissão… Envolve conhecimento, inspiração, paixão! (Aliás, talvez só mesmo um bom escritor consiga transformar em palavras a beleza e os sentimentos envolvidos nesta atividade, que é escrever… Por isso, não nos arriscaremos a […]

 

Hoje, 25 de julho, é comemorado o Dia Nacional do Escritor. Difícil falar sobre esta arte, que é muito mais do que uma profissão… Envolve conhecimento, inspiração, paixão! (Aliás, talvez só mesmo um bom escritor consiga transformar em palavras a beleza e os sentimentos envolvidos nesta atividade, que é escrever… Por isso, não nos arriscaremos a tentar defini-la!)
E quando pensamos em escritores, logo pensamos na Carmelina de Toledo Piza que, para nós, é um grande exemplo – não só por ser aqui de Piracicaba e desenvolver lindas ações voltadas às crianças, mas também por colocar tanto amor em tudo o que faz. Isso nos motiva, nos faz admirá-la sempre mais!
Para quem ainda não a conhece, Carmelina é contadora de histórias e escritora de livros infantis. Além disso, é apresentadora do “O Balaio Trançado de Histórias”, um programa de Literatura Infantil, da Rádio Educativa FM de Piracicaba.
Poderíamos falar tantas coisas sobre a trajetória dela, mas decidimos perguntar simplesmente: Quais foram os livros que você escreveu e que, por um motivo ou outro, mais te marcaram? “Tenho alguns livros para adulto. Mas, os infantis moram no meu coração”, confessa Carmelina.
Entre os livros infantis, sim, alguns a tocam de forma mais especial, são eles:
1 – Caju uma história de Amor.
 
 
 
“Eu escrevi em um momento que eu perdia um grande amor. Mas a CAJU passou a ser a minha criança interior”, diz.
O livro: De cara branca, olhos pretos, nariz só um risquinho, sorriso leve, com apenas 16 centímetros e um jeito de quem vai aprontar alguma… Essa é a Caju, uma simpática boneca e uma história de amor.
2 – Amor sempre… sempre amor.
 
“Este escrevi com um amigo, o Marcos Puertas Ernandes, e está esgotado”, conta.
 
3 – DIGUI, DIGUI, DIGUI Passa o Ponto.
 
“Esse livro eu escrevi pensando na criança contar para outra criança, pois é um livro muito fácil para ser contado”.
Essas são nossas dicas de leitura neste dia especial, Dia do Escritor. Mas, vale lembrar, toda leitura é bem-vinda! Porém, acreditamos que os livros merecem uma atenção especial (especialmente no caso das crianças)…
Em tempos de tecnologia, em que tudo é feito diretamente no computador, tablet ou smartphone, ainda podemos preservar e incentivar junto às nossas crianças o hábito de segurar um livro às mãos e ler boas histórias! Que possamos reservar pelo menos alguns minutinhos do nosso dia (ou até mesmo, da nossa semana) para isso!

 

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