26 de outubro de 2018
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Fraternidade Sem Fronteiras: levando o bem para diferentes cantos do mundo

Hoje, 24 de outubro, comemoramos o Dia da ONU. Isso nos incentivou a colocar em pauta uma iniciativa que ultrapassa as fronteiras do nosso país, mais especificamente, “levando o bem” para diferentes cantos do mundo. Ficamos sabendo da Fraternidade Sem Fronteiras através da voluntária Maria Antonia Paduan, piracicabana que atua diretamente junto à ONG e, […]

Hoje, 24 de outubro, comemoramos o Dia da ONU. Isso nos incentivou a colocar em pauta uma iniciativa que ultrapassa as fronteiras do nosso país, mais especificamente, “levando o bem” para diferentes cantos do mundo.

Ficamos sabendo da Fraternidade Sem Fronteiras através da voluntária Maria Antonia Paduan, piracicabana que atua diretamente junto à ONG e, em fevereiro, irá para Moçambique levar doações para as crianças.

Abaixo, ela conta sobre o trabalho da ONG e também como se juntou a essa iniciativa tão nobre. Vale a pena conhecer e se emocionar (E, quem puder, AJUDAR)!

A ONG Fraternidade Sem Fronteiras

Maria Antonia Paduan 

Primeiramente gostaria de explicar o que é a ONG Fraternidade Sem Fronteiras. Ela teve seu início por volta de 2009 quando seu fundador e presidente, Wagner Moura, desde menino se sentiu tocado pela dor e a fome do mundo. Essa sensibilidade o acompanhou na juventude quando dedicava-se aos trabalhos voluntários na periferia de Campo Grande. Adulto foi visitar à África, indo a Moçambique, país de língua portuguesa, localizado na região mais pobre do mundo, com 1 milhão de pessoas que passam fome e seiscentos mil órfãos de pais que morreram por causa do HIV ou malária.

Sugerimos que para maior entendimento o leitor acesse www.fraternidadesemfronteiras.org.br/historico, uma organização de ajuda humanitária internacional cujos objetivos principais são: ajudar a acabar com a fome e construir um mundo de paz. Tem como Missão vivenciar e incentivar a prática da fraternidade sem restrições étnica, geográficas ou religiosas, amparando prioritariamente crianças, jovens e idosos em situação de vulnerabilidade ou risco social.

Na África, mantém projetos em Moçambique, Ilha de Madagascar, Malawi, apoia um orfanato no Senegal.

No Brasil, mantém os projetos “Brasil Coração que Acolhe”, em Roraima, com Centro de Acolhimento para os nossos irmãos venezuelanos. Apoia o Projeto que cuida das crianças com microcefalia em Campina Grande na Paraíba e o Projeto Orquestra Sinfônica Emannuel, em Campo Grande, e no Sertão da Bahia.

A ONG se mantém por meio de Apadrinhamento que constitui o coração de todos os projetos da FSF. Também conta com outros recursos como doações avulsas, bazares, campanhas, rifas, jantar beneficente.

Conheci a ONG, quando proferia uma palestra cujo tema estava relacionado com fraternidade e, ao término, uma amiga me falou da FSF. Procurei no site e me apaixonei pelos projetos; me tornei madrinha. Depois participei do Segundo Encontro da Fraternidade Sem Fronteiras quando conheci uma pessoa que criou um Projeto em Uberaba “Costurando Com Amor” constituído por um grupo grande de voluntárias que costuram vestidinhos para serem enviados nas caravanas que vão para os Centros de Acolhimentos na África.

Passei a costurar também roupinhas, embora nunca tivesse costurado antes; por este motivo passei a receber doações de tecidos e aviamentos.

Em agosto deste ano, pude participar de uma Caravana da Saúde, que foi prestar atendimentos, com triagens, consultas médicas, medicamentos e curativos, aos Venezuelanos do Centro de Acolhimento da FSF e de mais dois Abrigos em Roraima, realizando cerca de 1000 atendimentos.

Quando essas caravanas vão para os Centros de Acolhimentos, cada caravaneiro leva consigo, além da vontade de fazer algo pelo outro, doações de remédios, roupas e calçados, chinelinhos, livrinhos de historias, material escolar, pra crianças.

Tenho uma gratidão enorme por ter conhecido a ONG, de participar de caravanas pois a convivência com colegas que têm os mesmos objetivos, o preparo diário para a realização dos trabalhos e os contatos que temos com a história de vida de cada um nos atendimentos se constituem numa experiência ímpar de convivência fraterna em que os maiores beneficiados somos nós. Como diz Wagner Moura, no “exercício da fraternidade para com o outro somos curados das doenças de nossas almas”. Ressignificamos nossos valores.

Como ajudar?

A melhor forma de contribuir para os projetos da Fraternidade Sem Fronteiras é tornar-se padrinhos ou madrinhas de um ou mais projeto. Para isto é necessário acessar o site www.fraternidadesemfronteiras.org.br , clique em Apadrinhe.

Se desejar fazer doações em dinheiro, estas poderão ser realizadas nas contas da Fraternidade Sem Fronteiras:

Banco do Brasil: Ag 5783-5; Conta/c 26224-2

Banco Itau: Ag 0091; conta/c 53286-1

Banco Brades Ag 3408-8; C/c 22109-0

Recebemos doações continuamente pois todas as caravanas já estão programadas até dezembro/18; e as de 2019, também.

Ao recebê-las, levamos no Bazar da Fraternidade Sem Fronteiras em Campinas que organiza os transportes das doações para os aeroportos.

Fotos: cedidas por caravaneiros do projeto

Teste da Página Fundadoras